
Deslize a página e encontre as principais perguntas sobre planos de saúde com títulos em vermelho. Baseados em mais de 15 anos de experiência como Corretores de Seguros, regulados pela Susep, segmentamos abaixo todas elas para te auxiliar na contratação do Plano de Saúde (carência, coberturas, preço, reajustes, PME, MEI etc).
Ou, se preferir, Clique na Pergunta para ser levado(a) até a Seção em que ela se encontra:
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• Quanto custa um plano de saúde em São Paulo e nacional?
• Qual é o plano de saúde barato em São Paulo e nacional?
• Qual um bom plano de saúde "custo-benefício" em São Paulo e nacional?
• Qual o melhor plano de saúde premium em São Paulo e nacional?
• Os planos possuem telemedicina e cobertura para saúde mental?
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Planos COM coparticipação vs SEM coparticipação:
• Plano de saúde MEI vale a pena?
• Qual a diferença entre Plano Coletivo por Adesão e Plano PME para quem é MEI?
• Qual a diferença entre plano individual e empresarial?
• Como contestar ou atenuar os reajustes anuais e a sinistralidade do plano PME / PJ?
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• Plano de saúde cobre exames?
• Quanto tempo demora para usar o plano?
• Como funciona o sistema de reembolso nos planos de saúde de categoria superior?
• Quem pode ser incluído como dependente no plano de saúde empresarial?
• É possível trocar de plano de saúde empresarial mesmo tendo uma doença preexistente?
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• Como funciona o Cashback em planos PME ou MEI contratados com a Grou Corretora?
• Colaboradores demitidos ou aposentados podem continuar no plano de saúde da empresa?
Tudo o que você deve saber sobre Plano de Saúde!
• Quanto custa um plano de saúde em São Paulo e nacional?
Entendemos perfeitamente que essa é a pergunta mais frequente, porém, determinar o custo de um plano de saúde, seja para atendimento restrito a São Paulo ou com abrangência nacional, não é uma resposta que se resume a uma tabela única de preços. Embora existam valores de referência no mercado, o custo final é extremamente variável porque depende de uma série de informações coletadas no momento do estudo, que alteram consideravelmente o investimento mensal.
O mercado dispõe de muitas seguradoras e operadoras, cada uma com diferentes nichos de atuação e níveis de serviço. A precificação é construída com base no perfil de necessidade de cada cliente: a idade dos beneficiários, o tipo de acomodação (enfermaria ou apartamento) e a escolha entre planos com ou sem coparticipação são os pilares básicos que definem o ponto de partida dos valores.
Além disso, a complexidade aumenta quando analisamos as coberturas e a rede credenciada. Um plano pode ser mais acessível por focar em redes próprias e hospitais específicos em São Paulo, enquanto planos nacionais premium oferecem livre escolha de prestadores e sistemas de reembolso para consultas fora da rede. É fundamental entender se a prioridade é o custo-benefício local ou a conveniência de atendimento em grandes centros de excelência, como o Einstein ou o Sírio-Libanês, o que eleva o patamar de preço.
Portanto, o caminho mais correto não é buscar um "preço médio", mas sim realizar um estudo técnico e customizado. É um momento e uma decisão importante para você e para sua família. Precisa ser conduzido com atenção aos detalhes. Uma consultoria detalhada permite comparar as cláusulas de cada seguradora e encontrar o equilíbrio ideal entre segurança e orçamento.
Mas entendemos que você precise de um direcionamento, então, logo abaixo nessa seção, você encontra uma tabela de valores estimados, para funcionar como um "norte" mas, novamente, trata-se de uma variação bastante grande de possibilidades e até mesmo as seguradoras podem mudar repentinamente os valores das novas contratações.
Fique atento(a): Ao analisar custos, saiba que o valor da tabela é apenas o ponto de partida. O maior risco na contratação é a omissão de doenças preexistentes na Declaração de Saúde para tentar reduzir o preço ou evitar carências. Se a operadora identificar uma omissão posterior, ela pode rescindir o contrato por fraude - e, infelizmente, tem muitos profissionais mal informados, ou apenas "de olho na comissão" aconselhando a omissão de preexistências - cuidado, não faça isso. Além disso, verifique sempre se a tabela apresentada é a mais recente, pois as operadoras realizam ajustes comerciais frequentes que podem invalidar um orçamento de apenas 30 dias atrás.
• Qual é o plano de saúde barato em São Paulo e nacional?
Conforme explicado no item anterior, não é uma resposta tão simples, porém, existem alternativas com custos acessíveis.
Em geral, planos com coparticipação ou cobertura regional oferecem mensalidades mais baixas. Esses planos permitem pagar uma mensalidade reduzida e apenas uma pequena taxa ao utilizar consultas ou exames - explicaremos melhor sobre planos coparticipativos, mais adiante nessa página.
Embora sejam mais econômicos, ainda oferecem acesso a clínicas, laboratórios e hospitais da rede credenciada da operadora.
O valor do plano varia conforme idade, número de pessoas incluídas e nível de cobertura escolhido.
Fique atento(a): Tabelas com valores muito reduzidos, geralmente, baseiam sua operação em "Rede Própria" (hospitais da própria operadora). O cuidado aqui deve ser com a capilaridade: verifique se esses hospitais estão realmente próximos de onde você reside ou trabalha. Outro ponto crítico é a diferença entre cobertura "Regional" e "Grupo de Municípios"; um plano barato pode cobrir São Paulo, mas talvez, não oferecer atendimento de urgência em cidades vizinhas do ABC ou Alphaville, por exemplo.
Fale conosco, clicando nos botões de Whatsapp aqui na página ou pelo formulário de contato e entenda melhor como funcionam.
• Qual um bom plano de saúde "custo-benefício" em São Paulo e nacional?
O plano de saúde custo-benefício em São Paulo é aquele que equilibra preço acessível com a sua necessidade de rede hospitalar e cobertura adequada, conforme mencionado no artigo.
O correto é buscar planos que ofereçam acesso a consultas, exames e hospitais de qualidade sem ter os custos mais altos dos planos premium.
Ao escolher um plano com bom custo-benefício, é importante avaliar não apenas o preço, mas também a qualidade da rede médica, os prazos de carência e a abrangência da cobertura.
Assim, é perfeitamente possível garantir atendimento médico com a segurança necessária, sem comprometer excessivamente o orçamento mensal.
Fique atento(a): O verdadeiro custo-benefício é medido pela estabilidade da rede. É comum planos intermediários apresentarem uma rede excelente na contratação, mas podem sofrer descredenciamentos de hospitais-chave, laboratórios, etc. Antes de assinar, consulte o histórico de eventuais reclamações da operadora na ANS sobre "Rede Credenciada" ou fale com a gente e entenda melhor como funciona. Além disso, não se iluda com profissionais que prometem "carência zero" para tudo. Isso é caso a caso. Por lei, partos e doenças preexistentes possuem prazos longos (300 dias e 24 meses, respectivamente) que raramente são reduzidos totalmente.
• Qual o melhor plano de saúde premium em São Paulo e nacional?
Bem, existem algumas seguradoras com um "apelo" mais premium, claro. Não queremos ser injustos com nenhuma mas apenas algumas menções como: Omint, Bradesco, Sulamérica, são alguns exemplos, porém, as demais companhias, como: Amil, Porto Seguro, entre outras, também possuem seus respectivos segmentos premium, com acesso a hospitais de alto padrão, ampla rede médica e opções de reembolso mais robustos.
Esses planos geralmente oferecem cobertura nacional, atendimento em hospitais renomados e maior flexibilidade para consultas e procedimentos médicos. Além disso, costumam incluir quartos privativos em internações e serviços adicionais.
Embora tenham mensalidades mais altas, proporcionam maior conforto e acesso a redes hospitalares consideradas entre as melhores do país.
Fique atento(a): Em planos Premium, um dos maiores diferenciais é o reembolso, mas o cuidado deve estar nas "tabelas de múltiplos". Consulte sempre um corretor especializado, para lhe informar sobre reembolso para procedimentos comuns e verifique se a seguradora exige que o pagamento ao médico seja feito via conta bancária do titular para evitar problemas com as novas regras de combate a fraudes de reembolso.
• Os planos possuem telemedicina e cobertura para saúde mental?
Sim, a maioria dos planos de saúde empresariais e PME comercializados em 2026 já inclui o acesso à telemedicina 24 horas e cobertura obrigatória para saúde mental, conforme as diretrizes da ANS. O atendimento por vídeo tornou-se o padrão para pronto-atendimento de baixa complexidade, permitindo que o colaborador realize consultas de qualquer lugar, com emissão de receitas e atestados digitais válidos. No caso da saúde mental, o rol de procedimentos garante sessões com psicólogos e acompanhamento psiquiátrico, sendo um diferencial crucial para a retenção de talentos e redução do absenteísmo nas empresas.
Na Grou, o nosso foco é identificar qual Seguradora oferece a melhor experiência digital e as redes mais robustas para terapias especializadas, para a sua necessidade. Em planos de categoria superior, é comum encontrar programas de Saúde Mental Ativa e reembolso facilitado para profissionais fora da rede credenciada, o que é ideal para tratamentos de longa duração. Se você busca um plano que equilibre inovação tecnológica com acolhimento humano, analisamos detalhadamente as carências e limites de sessões de cada operadora para garantir a proteção deal.
Fique atento(a): Embora a cobertura para saúde mental seja obrigatória pela ANS, verifique a possível coparticipação. Em tratamentos de psicoterapia, que exigem sessões semanais, o custo acumulado das taxas de coparticipação pode ser um valor relevante ao final do mês. Além disso, na telemedicina, certifique-se de que a operadora oferece pronto-atendimento digital direto no app ou se exige agendamento prévio, o que pode ser um ponto de atenção, em casos de sintomas agudos.
Conforme prometido, no primeiro item, segue abaixo a tabela meramente ilustrativa, para servir como base de variação de custos:

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Planos COM coparticipação vs SEM coparticipação:
O Modelo Sem Coparticipação (Previsibilidade Total)
Nesta modalidade, o usuário paga exclusivamente a mensalidade fixa. A vantagem é a segurança financeira: não importando quantas consultas, exames complexos ou procedimentos sejam realizados, o boleto não sofre alterações. É a escolha estratégica para quem prefere não ter surpresas no fluxo de caixa. Embora o custo fixo seja maior, ele elimina o "pequeno pedágio" em cada utilização.
O Modelo Com Coparticipação (Eficiência de Custo)
Aqui, a mensalidade fixa é bem menor, o que torna o acesso ao plano mais barato para quem o utiliza pouco. O cliente contribui com uma pequena taxa apenas quando utiliza os serviços. Para garantir que os gastos não saiam do controle, a maioria das operadoras trabalha com teto máximo de coparticipação por procedimento, evitando valores escessivos em casos de internações ou procedimentos de alta complexidade. É indicado para perfis com pouca utilização.
• Plano de saúde MEI vale a pena?
O plano de saúde para MEI em São Paulo e também planos de abrangência nacional, é uma das formas mais acessíveis de possuir convênio médico com valores mais baixos do que os planos individuais, além de mais possibilidades de contratação, com mais seguradoras e operadoras, que atendem essa modalidade. Quem possui um CNPJ ativo como Microempreendedor Individual pode contratar planos empresariais, que normalmente oferecem preços mais competitivos e redes hospitalares amplas.
Entre as vantagens estão mensalidades reduzidas, possibilidade de incluir dependentes e acesso a hospitais e laboratórios renomados da cidade. Os valores variam conforme idade, cobertura e operadora, mas costumam ser significativamente menores do que planos individuais equivalentes.
Além disso, o plano empresarial para MEI pode ter diferentes modalidades, como com ou sem coparticipação, permitindo ajustar o custo mensal conforme o perfil de uso.
A possível "desvantagem" seria que planos de saúde empresariais (voltados a CNPJs), costumam solicitar um número mínimo de vidas (ex: 2 ou 3 vidas - podendo ser dependentes), porém não são todas as seguradoras que condicionam a contratação a esse número mínimo.
Fique atento(a): Para contratar um plano de saúde via MEI, a legislação exige que o CNPJ esteja aberto e ativo há pelo menos 6 meses. Não é possível abrir a empresa hoje e contratar o plano amanhã. Além disso, mantenha o pagamento do DAS em dia; se o seu CNPJ for cancelado ou ficar inativo por falta de pagamento dos tributos, a operadora tem o direito de rescindir o contrato do plano de saúde automaticamente, deixando você e seus dependentes sem cobertura.
• Qual a diferença entre Plano Coletivo por Adesão e Plano PME para quem é MEI?
Esta é uma das dúvidas mais comuns entre microempreendedores. A principal diferença está na forma de contratação e no custo-benefício:
Plano Coletivo por Adesão: É contratado através de uma administradora de benefícios vinculada a uma entidade de classe (ex: sindicatos, associações de profissionais). O reajuste é definido pela administradora e, geralmente, os preços iniciais parecem atrativos, mas as regras de carência costumam ser mais rígidas.
Plano PME (Empresarial): Contratado diretamente pelo CNPJ do seu MEI (aberto há pelo menos 6 meses). Geralmente permite a inclusão de dependentes (familiares) e oferece uma rede credenciada mais robusta com custos até 30% menores que os planos individuais/adesão.
Vantagem Consultiva: Por aqui, priorizamos o Plano PME para o MEI devido à maior previsibilidade de reajuste e à flexibilidade de negociação direta com a operadora. Analisamos se o seu CNAE permite a contratação imediata para evitar surpresas na aceitação da proposta.
Fique atento(a): Nos planos Coletivos por Adesão, o reajuste anual acontece na data de aniversário do contrato da entidade de classe, e não na data em que você entrou no plano. Isso significa que você pode contratar o plano em um mês e sofrer um reajuste logo no mês seguinte. Já no PME, o reajuste é anual conforme a data da sua assinatura. Outro ponto: planos de adesão costumam cobrar uma "Taxa de Angariação" ou matrícula que não é devolvida em caso de desistência, por isso, compare sempre o custo total do primeiro ano.
Fale conosco e tire suas dúvidas
• Qual a diferença entre plano individual e empresarial?
A principal diferença entre o plano individual (Pessoa Física) e o empresarial (PME e Empresarial) começa na forma de contratação e no custo. Enquanto o plano individual é assinado diretamente pelo CPF, o empresarial exige um CNPJ ativo — que pode ser também de um MEI. Na prática, os planos empresariais chegam a ser até 30% mais baratos do que os individuais, pois as seguradoras entendem que o risco é diluído em um grupo, oferecendo condições comerciais muito mais agressivas.
Outra diferença fundamental é a regra de reajuste anual. Nos planos individuais, o aumento é rigorosamente controlado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), o que garante uma previsibilidade maior a longo prazo. Já nos contratos empresariais, o reajuste é negociado entre a empresa e a seguradora, baseando-se na inflação médica e na "sinistralidade" (o quanto o grupo utilizou o plano no ano anterior). Se a empresa utilizou muito, o reajuste pode superar os índices da ANS.
No que diz respeito às carências e ao cancelamento, as regras também mudam de um modelo para o outro (PF e PJ). Em grupos empresariais maiores, é comum conseguir a isenção total de carências, permitindo o uso imediato de todos os serviços, inclusive partos e cirurgias. Além disso, a manutenção do contrato individual é protegida por lei e a operadora só pode rescindi-lo em casos muito específicos (como fraude ou inadimplência), enquanto o contrato empresarial pode ser cancelado por qualquer uma das partes mediante aviso prévio, oferecendo menos estabilidade jurídica ao beneficiário final.
Em resumo, a escolha depende do seu perfil: o plano empresarial é a porta de entrada para preços menores e melhores redes de hospitais com um investimento menor, sendo ideal para quem tem um CNPJ à disposição. Já o plano individual, embora bem mais escasso no mercado e com mensalidades mais altas, oferece a blindagem de um reajuste controlado pelo governo e a garantia de que o plano será seu "para a vida toda", sem riscos de cancelamento unilateral pela operadora.
Fique atento(a): No plano Individual (CPF), a operadora não pode cancelar o seu contrato, a menos que você não pague ou cometa fraude. No plano Empresarial (MEI/PME), a operadora pode cancelar o contrato imotivadamente (rescisão unilateral) avisando com 60 dias de antecedência. Embora raro, é um risco que não existe no plano de pessoa física. Contudo, entenda que: o PME é, em geral, mais barato e tem rede melhor, mas o Individual tem essa característica de não cancelamento unilateral.
• Como contestar ou atenuar os reajustes anuais e a sinistralidade do plano PME / PJ?
A mitigação dos reajustes anuais em planos empresariais é possível por meio de uma gestão técnica e estratégica, que atua diretamente sobre a sinistralidade — a relação entre o valor pago à operadora e o custo dos atendimentos realizados pelo grupo.
Diferente dos planos individuais, cujos aumentos são limitados pela ANS, os contratos corporativos exigem um monitoramento constante para evitar que a utilização ultrapasse o limite técnico (geralmente fixado em 70%), o que dispara gatilhos de reajuste elevado.
Para atenuar esses índices, torna-se viável a implementação de uma Auditoria de Uso, que identifica distorções no comportamento dos beneficiários, como a utilização frequente de prontos-socorros para casos que poderiam ser resolvidos em consultas eletivas. Além disso, é possível realizar uma Negociação Técnica fundamentada em cálculos próprios de VCMH (Variação de Custos Médico-Hospitalares), permitindo contestar índices abusivos apresentados pelas operadoras com base em dados concretos de mercado e utilização real.
Outra frente essencial para o controle de custos a longo prazo é a adoção de Ações Preventivas. Programas voltados à saúde do colaborador e à prevenção de doenças crônicas reduzem o risco do grupo e, consequentemente, o impacto financeiro na apólice. Dessa forma, a viabilidade do plano não se encerra na contratação, mas depende de uma consultoria que interprete relatórios de utilização e atue como um mediador estratégico entre a empresa e a seguradora.
Fique atento(a): Diferente do plano de individual, o reajuste do seu PME depende diretamente do quanto o seu grupo usou o plano. O uso exagerado do Pronto-Socorro para casos simples (como uma dor de garganta que poderia ser tratada via Telemedicina) ou a realização de exames complexos sem necessidade real elevam a sinistralidade. No final de 12 meses, se o gasto do grupo foi alto, a operadora aplicará um reajuste que pode dobrar o índice da ANS. Educar os dependentes sobre o uso consciente é a melhor forma de manter a mensalidade baixa.

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Como funciona a portabilidade de carências segundo as regras da ANS?
A portabilidade de carências é o direito garantido pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que permite ao beneficiário mudar de plano de saúde sem cumprir novos períodos de carência ou Cobertura Parcial Temporária (CPT). Para que a portabilidade seja válida, recomenda-se o cumprimento de quatro requisitos fundamentais:
Vínculo Ativo: O contrato atual deve estar em vigor (ativo)
Prazo de Permanência: É necessário ter cumprido pelo menos 2 anos no plano de origem (ou 3 anos se houver CPT para doenças preexistentes). Em caso de uma segunda portabilidade, o prazo cai para 1 ano.
Compatibilidade de Preço: O plano de destino deve estar na mesma faixa de preço ou em uma faixa inferior à do plano atual (compatibilidade de cobertura).
Prazo de Solicitação: O pedido deve ser feito em até 60 dias após o aniversário do contrato ou da ciência da extinção do vínculo.
Atenção: A análise de portabilidade via site da ANS pode ser burocrática.
Para saber mais clique aqui no portal gov.
Dúvidas mais comuns? Vamos tirá-las também!
• Plano de saúde cobre exames?
Sim, com certeza. A cobertura de exames simples e também complexos, é uma das garantias fundamentais de qualquer plano de saúde regulamentado pela ANS. No entanto, a abrangência do que pode ser realizado depende do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, uma lista atualizada periodicamente que define a cobertura mínima obrigatória. Exames de rotina, como análises laboratoriais de sangue e urina, além de diagnósticos por imagem comuns (raios-X e ultrassonografias), possuem cobertura padrão em praticamente todas as categorias de planos.
A diferenciação ocorre em exames de alta complexidade, como ressonâncias magnéticas, tomografias computadorizadas ou testes genéticos. Embora o plano seja obrigado a cobri-los quando há indicação médica fundamentada, esses procedimentos costumam exigir uma autorização prévia da operadora, que analisa se a solicitação cumpre as diretrizes de utilização estabelecidas. Em planos com coparticipação, vale lembrar que esses exames mais complexos geralmente possuem taxas de contribuição um pouco maiores que os exames simples, porém não são valores exorbitantes, como algumas pessoas ainda pensam sobre planos com coparticipação.
Fique atento(a): Não basta ter o pedido médico; para exames de alta complexidade (como Genética ou Ressonância), a ANS estabelece critérios chamados DUT. Se o quadro clínico do paciente não se enquadrar exatamente no que a norma prevê, a operadora pode negar a autorização. Antes de realizar exames de alto custo, verifique se o seu médico forneceu um relatório detalhado justificando a necessidade, pois isso agiliza a liberação e evita negativas por falta de enquadramento técnico.
Então, sim, plano de saúde cobre cirurgias e exames, baseados na explicação acima.
• Plano de saúde cobre parto?
Sim, todos os planos de saúde com segmentação Hospitalar com Obstetrícia cobrem o parto, conforme o Rol de Procedimentos da ANS. Na Grou Corretora, orientamos nossos clientes que essa cobertura inclui desde o pré-natal e exames laboratoriais até a internação hospitalar, honorários médicos e a assistência completa ao recém-nascido nos primeiros 30 dias de vida.
O ponto de atenção crucial, tanto para o individual, quanto ao RH em planos empresariais ou para o micro-empresário MEI é o prazo de carência, que por lei é de 300 dias para partos a termo. No entanto, através da consultoria estratégica da Grou, analisamos a possibilidade de isenção total de carências para grupos acima de 30 vidas ou via portabilidade de carências de planos anteriores. Se você está planejando aumentar a família ou quer oferecer esse benefício como retenção de talentos à sua equipe, nosso time realiza o estudo técnico para garantir que o atendimento ocorra nos melhores hospitais da rede credenciada.
Fique atento(a): A carência de 300 dias é para o parto "a termo" (no tempo certo). Se ocorrer uma complicação de urgência ou um parto prematuro antes de cumprida a carência, a cobertura é obrigatória apenas nas primeiras 24 horas de atendimento, conforme a segmentação hospitalar. Para garantir que o bebê tenha cobertura total após o nascimento, ele deve ser incluído no plano como dependente em até 30 dias após o parto, aproveitando as carências já cumpridas pela mãe.
• Quanto tempo demora para usar o plano?
O tempo de espera para utilizar os serviços é definido pelas carências, que são prazos previstos em contrato. Pela regra padrão da ANS, o atendimento para casos de urgência e emergência (risco imediato à vida ou lesões irreparáveis) é liberado em apenas 24 horas. Já para consultas de rotina e exames laboratoriais simples, o prazo comum é de 30 dias, enquanto exames complexos, terapias e cirurgias eletivas podem exigir uma espera de até 180 dias, podendo variar de acordo com a modalidade, ou seguradora.
É possível reduzir ou até eliminar esses prazos em situações específicas. Em planos empresariais (PME ou corporativos), dependendo do número de beneficiários, as operadoras costumam oferecer isenção total de carências para o grupo, conforme mencionamos em itens anteriores. Além disso, se você já possui um plano de saúde e deseja trocar de operadora, pode ser viável realizar a portabilidade de carências, aproveitando o tempo de permanência no contrato antigo para ingressar no novo com utilização imediata.
Fique atento(a): Embora o atendimento de urgência seja liberado após 24h, a lei permite que a operadora limite esse atendimento ao Pronto-Socorro. Se houver necessidade de internação ou cirurgia decorrente dessa emergência antes de cumprir os 180 dias de carência, a cobertura pode ser limitada às primeiras 12 horas. Após esse período, os custos de internação podem ficar por conta do beneficiário. Por isso, a portabilidade de carências é sempre a estratégia mais segura ao trocar de plano.
• Como funciona o sistema de reembolso nos planos de saúde de categoria superior?
O reembolso é a liberdade de consultar médicos ou realizar procedimentos fora da rede credenciada da operadora. Planos considerados premium, oferecem tabelas de reembolso atrativas, que variam conforme o múltiplo contratado.
É a opção ideal para executivos que não abrem mão de profissionais específicos em São Paulo, ou em âmbito nacional.
Fique atento(a): O mercado de seguros está em alerta contra clínicas que pedem o seu login e senha do aplicativo do plano para "facilitar" o reembolso ou que oferecem "reembolso sem desembolso". Essa prática é considerada fraude por muitas operadoras e pode levar ao cancelamento imediato do seu contrato e até implicações legais. O reembolso legítimo exige que você pague o prestador, apresente a nota fiscal e receba o valor em sua conta bancária. Nunca compartilhe suas senhas de acesso ao plano com terceiros.
• Quem pode ser incluído como dependente no plano de saúde empresarial?
Tradicionalmente, as operadoras aceitam dependentes diretos: cônjuges (ou companheiros em união estável), filhos e enteados até 21 anos (ou 24, se universitários). No entanto, algumas operadoras permitem a inclusão de agregados (pais, tios e sobrinhos) sob condições específicas.
Nós, mapeamos quais operadoras possuem as regras de aceitação mais flexíveis para o seu grupo familiar ou societário, buscando que todos os membros importantes da sua família ou empresa fiquem protegidos na mesma apólice.
Fique atento(a): Para incluir companheiros(as) sem certidão de casamento, as operadoras estão cada vez mais exigentes com a Escritura Pública de União Estável lavrada em cartório. Declarações simples de próprio punho raramente são aceitas hoje em dia. No caso de agregados (pais e tios), verifique se a operadora permite a permanência deles em caso de saída do titular, pois muitas vezes a exclusão do titular do CNPJ obriga a exclusão automática de todos os dependentes e agregados vinculados.
• É possível trocar de plano de saúde empresarial mesmo tendo uma doença preexistente?
A resposta é sim. Esta é uma das maiores preocupações de quem deseja migrar para de plano de saúde. Através da Portabilidade de Carências ou em contratações para grupos acima de 30 vidas, é possível buscar a isenção da Cobertura Parcial Temporária (CPT).
Para grupos menores (PME até 29 vidas), realiza-se uma análise técnica criteriosa da Declaração de Saúde. Nosso papel consultivo é encontrar a operadora que ofereça a melhor "recompra de carência" para o seu caso específico, buscando que o beneficiário não fique desassistido em tratamentos complexos ou cirurgias programadas.
Fique atento(a): Ao declarar uma doença preexistente em grupos menores de 30 vidas, você provavelmente enfrentará a CPT. Isso significa que, por 2 anos, o plano não cobrirá cirurgias, leitos de alta tecnologia (UTI) ou procedimentos de alta complexidade relacionados especificamente àquela doença. Consultas e exames simples continuam liberados. Nunca omita uma doença na contratação; é preferível aceitar a CPT do que ter o contrato cancelado por "omissão culpada" no momento em que você mais precisar de uma cirurgia, ou até mesmo um processo por fraude ou algo do gênero
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Como funciona o Cashback em planos PME ou MEI contratados com a Grou Corretora?
O Cashback da Grou Corretora é um benefício exclusivo para novos clientes que buscam reduzir o custo de implantação do benefício na empresa. Ao contratar seu plano de saúde empresarial (PME ou MEI) através da nossa consultoria, você recebe o cashback de 50% do valor da sua segunda mensalidade.
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Entenda mais clicando no link: groucorretora.com.br/planos-de-saude
• Colaboradores demitidos ou aposentados podem continuar no plano de saúde da empresa?
Sim, de acordo com os artigos 30 e 31 da Lei 9656/98. O colaborador demitido sem justa causa tem o direito de manter o plano por um período que varia de 06 a 24 meses, desde que ele contribuísse com parte do pagamento da mensalidade. Já o aposentado que contribuiu por mais de 10 anos pode manter o plano vitaliciamente.
A Grou Corretora presta assessoria completa para o seu RH entender como realizar essa manutenção sem impactar negativamente a sinistralidade da apólice principal. Garantimos que sua empresa esteja em conformidade com a legislação, evitando passivos trabalhistas e garantindo a proteção dos ex-colaboradores.
Fique atento(a): O direito de permanência no plano (Artigos 30 e 31) só existe se o colaborador pagava uma parte da mensalidade do plano. Se a empresa pagava 100% do custo e o funcionário pagava apenas a coparticipação (taxas por uso), ele não tem direito à manutenção do plano após o desligamento. Além disso, o ex-colaborador tem um prazo fatal de apenas 30 dias após a demissão para comunicar o RH que deseja continuar no plano. Perder esse prazo significa perder o direito à manutenção das carências.
• Plano de saúde para idosos em São Paulo e nacional
O plano de saúde para idosos em São Paulo é fundamental para garantir acesso rápido a consultas, exames e tratamentos médicos, especialmente em uma fase da vida em que o acompanhamento de saúde se torna mais frequente.
Existem planos específicos para pessoas acima de 60 anos, com cobertura para diversas especialidades médicas, exames e internações. Os valores variam conforme idade, rede hospitalar e operadora, mas atualmente existem alternativas com bom custo-benefício.
Ao escolher um plano para idosos, é importante avaliar fatores como qualidade da rede credenciada, cobertura hospitalar, prazos de carência e reajustes.
Mesmo para quem já tem idade mais avançada, ainda é possível contratar planos que oferecem atendimento em hospitais e clínicas renomados de São Paulo, ou com cobertura nacional.
Fique atento(a): O último reajuste por mudança de faixa etária permitido por lei ocorre aos 59 anos. Por isso, o valor do plano nessa idade costuma ser significativamente mais alto, já prevendo a utilização na terceira idade. Ao contratar, verifique se a operadora oferece programas de Gerenciamento de Crônicos ou medicina preventiva, que são essenciais para evitar internações evitáveis.
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Conteúdo desenvolvido e revisado pela diretoria Grou Seguros e Benefícios.
Última atualização: Março de 2026